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© Direitos Autorais: Wilson Mello Franco.  Lei 9610 dos Direitos Autorais 1998. Desde  maio de1999.

 

NUMEROLOGIA E SEU NOME

 

SAIU NO JORNAL: SEU NOME MUDA A SUA VIDA

 

Este artigo foi publicado no jornal USA TODAY, um dos mais conceituados dos Estados Unidos. O artigo original no USA TODAY está neste endereço:

 

Artigo: Sharon Jayson           Tradução: Wilson Mello Franco

 

 

As pessoas inconscientemente fazem escolhas na vida que se parecem com os seus nomes ou iniciais, segundo a pesquisa sobre "o efeito nome-letra."

 

O seu nome levou você a fazer o que fez, embora inconscientemente, sugere a nova pesquisa que revela que o seu nome pode negativamente solapar suas metas.

 

Os psicólogos de marketing em Yale e na Universidade de San Diego, na Califórnia, estudando a influência inconsciente dos nomes, dizem que uma preferência por nossos próprios nomes e iniciais — o “efeito nome-letra” — pode ter certas consequências negativas.

 

Os estudantes cujos nomes começam com C ou D tiram notas mais baixas do que aqueles cujos nomes começam com A ou B; os principais jogadores da liga de beisebol cujo primeiro ou último nome começava com K (a letra cujo significado é de mais destaque) são significativamente os de maior probabilidade de eliminar o adversário, segundo o relatório publicado no número de dezembro [de 2006] da revista Ciência da Psicologia.

 

Descobrimos que nosso próprio nome semelhantemente sabota o sucesso de pessoas cujas iniciais correspondem nas definições como de desempenho negativo”, diz o relatório.

 

Os professores adjuntos Leif Nelson da UCSD [Universidade Californiana de San Diego] e Joseph Simmons, da Universidade de Yale, dirigiram cinco estudos por mais de cinco anos (inclusive um experimento de laboratório) utilizando informações tiradas de milhares de indivíduos: 6.398 jogadores de beisebol (377 tinham K ou como letra inicial ou como última); 15.000 estudantes do MBA [renomada escola americana de formação de executivos]; 294 estudantes universitários não graduados; 170 escolas de Direito com mais de 390.000 advogados; e 284 participantes no experimento de laboratório.

 

O processo consciente é jogadores de beisebol precisarem acertar uma rebatida, e os estudantes obter um A, diz Nelson. Pelo que se você obtiver uma mudança compatível de desempenho segundo o efeito nome-letra, isso claramente mostra que deve haver algum desejo inconsciente operando em outra direção.”

 

O trabalho dos pesquisadores dá respaldo à série de estudos publicados desde 2002 nos quais se descobriu que o “efeito nome-letra” leva as pessoas a fazer escolhas na vida baseadas em nomes que se parecem com [o significado das letras do] delas próprias.

 

Nos estudos efetuados por Brett Pelham, um professor adjunto de psicologia na Universidade SUNY, em Buffalo, foi descoberto que as pessoas são desproporcionalmente levadas a morar em estados ou cidades que se parecem com os seus nomes, têm carreiras que estão associadas aos seus nomes, e até se casam com aqueles cujos sobrenomes começam com a mesma letra [de significado] que a sua própria.

 

“Se isto for uma preferência inconsciente, isso sugere que realmente não temos livre-arbítrio sobre certas decisões importantes”, diz Pelham. “Que de fato não tomamos aquelas decisões pelas razões que pensamos que tomamos”.

Em contrapartida, Pelham diz, é que ele acreditava que o efeito nome-letra se aplicaria somente a resultados positivos. Nelson e Simmons, ele diz, estão “mostrando que isso se aplica mais a coisas negativas do que às positivas.”

 

No primeiro estudo com jogadores de beisebol, Nelson e Simmons se basearam atentamente em mais de 93 anos das estatísticas de jogadores que tiveram pelo menos 100 destaques em suas bases. O segundo estudo observou 15 anos de estudantes graduados no MBA, mas eles não usaram F porque nem todas as escolas usam esta designação.

O estudo demonstrou que aqueles com iniciais A ou B não têm os melhores desempenhos. Outro estudo de admissão em escolas de Direito demonstrou que as escolas de avaliação mais baixas tinham uma proporção menor de advogados com A e B nas iniciais do nome. O experimento de laboratório usou um teste de anagrama que confirmou os estudos anteriores.

 

Os pesquisadores dizem que o efeito é definitivamente mais do que a coincidência, no entanto é pequeno. “Conheço um monte de Cristina e de Davi que foram muito bem na escola”, diz Simmons.

 

 

UM COMENTÁRIO ESPECIAL do AUTOR DESTE SITE

 

Alguns leitores comentaram o artigo. Naturalmente há quem acredita e quem não.

 

Todavia, entre os comentários me chamou a atenção um cuja pessoa se identifica como Neora, médico oncologista de Tel Aviv, Israel.

A postagem original em inglês está (ao menos quanto a li) na referida página do USA TODAY. O médico escreve:

 

 “Este artigo é simplesmente fascinante para mim. Sou um oncologista (especializado em câncer de mama) no Centro Médico de Tel Aviv e durante um breve tempo fui também professor adjunto na Universidade de Tel Aviv. Em função de muitos problemas pessoais médicos, busquei muito intensivamente métodos alternativos. Encontrei um homem em Israel que desenvolveu um método matemático puro chamado A Ciência dos Nomes, baseado na Cabala, na Numerologia e no budismo.

  Mudando o nome segundo o modelo dele dá a possibilidade de mudar a personalidade e os eventos da vida!!

 Estou agora trabalhando com minha equipe para iniciar um protocolo investigativo aleatório que usa seu método combinado com mais um método da medicina energética em pacientes com câncer de mama tipo metástase. Este método funciona não somente com os caracteres hebraicos, mas também com palavras com caracteres latinos. Vamos começar a pesquisa daqui a poucos meses.”

 

 

    UM TRECHO INTERESSANTE DO ARTIGO

 

No artigo encontramos esta interessante passagem:

 

“Se isto for uma preferência inconsciente, isso sugere que realmente não temos livre-arbítrio sobre certas decisões importantes”, diz Pelham.

“Que de fato não tomamos aquelas decisões pelas razões que pensamos que tomamos”.

 

Conforme pode ser lido no meu site, o nome é um reflexo do que fomos (porque vivemos muitas vidas, segundo o principal pilar da Cabala). Em outras palavras, não temos realmente livre-arbítrio porque estamos presos às nossas ações, ao nosso “carma”, que tem preferência na execução do programa que chamamos “nossa vida” ou ego. E ao mesmo tempo temos livre-arbítrio para mudar (melhor dizendo, corrigir) este programa (sob certos parâmetros), que está refletido no nome, conforme diz esta pesquisa, e na data de nascimento, e na relação entre eles.

 

É evidente que o simples fato de um nome começar com A ou X não designada nada em relação ao sucesso ou fracasso de uma pessoa. De acordo com O Livro dos Números, do conde Hamon, chamado Kiro, a harmonia entre o dia de nascimento e nome determina maior ou menor rapidez na realização das metas da pessoa.

 

Saiba mais sobre: gematria -  Reencarnação

 

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